Cor da borboleta-azul. Arando o
céu. Decantando a luz que cai sobre a folha. Aprimorando a rima da seiva - como poema -, desde a primeira aurora até ao poente.
Era a luz suavizada diminuindo devagar sobre a pedra. Era o ar quieto devaneando sob a forma de vento. E: o grito do voo exausto silenciado dentro da pedra em que penetra. Era: o eco luminoso dos astros? do limbo da folha movida? Era a alma da palavra. Eugénia
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